sábado, 11 de setembro de 2010

… candura sobre a lisura do sírio dos ventos…
a clausura da vanidade sobre o jugo da escravidão…
prostrada a ânsia na afeição alheada…
é demiurgo o toque equivoco na sede do delírio
mitigada já não é saudade
porque saudade é acesso pavio que recresce
arde em ferida rasgada que amordaçada estria
sufocante sobre calma, a chuva como é descontente confissão…
chove ou chora ou voa ou treme
saudade é tenra mágoa ou requintado tormento
melífluo o prostado suicídio sobre requestado pecado
mortalidade incausta sobre a ferida da imortalidade
como insagaz a intemperança sobre a vontade do óbito
que da tortura é amargura enquanto o tempo não é mais
amar-te e sobeja a insatisfeita saudade de não ter perdão
porque saudade é amar-te assim…

... Withering...

...so peacefully the nighttime awaits by....
which selfness will wither
in times of drawn closer melancholy...
so many times as times to be gone bye...
...our sense of right and wrong
linger on deeps of per seclusion...
nightingales that sang the voluptuous cry
of sadness seldomly vowed in a ballet amidst thieving...
Why is love so blind of words...

Thus

Thus keen on sworn words...
Secrecy of promises to dwell within
On oath avowed a forlorn cried yield
such strangling demise on rowed wounds renowned
made flesh in thorny illegitimate...
Moan cried tears by windowed glances of truth
grown weaker by every threshold
dimly insightful by bleared perspective...