Cherry trees on blossom’s snowy breeze
reminiscent of the silent suffering
of meadow roses on unkempt martyrdoms…
Night shaped gravel roads of regrets
travelled amongst weary worn out selfs…
Unforeseen burdens of sudden deaths
craving deepened wounds
of inspired eyelashes…
The foul carving of ancient born times
seldom told of a shinning brightly sorrow
fully fledged on rain’s melancholic truth…
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
... tímida rosa...
… tímida rosa sem o ser...
viçosa bonina
sem o querer de timidez..
sois vós a mais bela
jamais vista alguma vez...
flor prosaica
poética em flor
sois vós como eterno
o meu insurrecto amor…
viçosa bonina
sem o querer de timidez..
sois vós a mais bela
jamais vista alguma vez...
flor prosaica
poética em flor
sois vós como eterno
o meu insurrecto amor…
... femme fleur...
… la fleur qui est rose…
... la pleine puissance d’être...
être tous qui nous rêves ont demandé
aux bleuâtres de la mer...
… le regarder de la lune reste encore fortuit…
il reste aussi dans la perspective de tes yeux…
…c’est fini encore un outre jour…
mais dans le lit de ma mémoire,
pendant le coeur du devenir des nuages
qu’ont un jour fait le ciel obscur
nous étions encore ensemble…
…comme le début du partage de la lune…
... la pleine puissance d’être...
être tous qui nous rêves ont demandé
aux bleuâtres de la mer...
… le regarder de la lune reste encore fortuit…
il reste aussi dans la perspective de tes yeux…
…c’est fini encore un outre jour…
mais dans le lit de ma mémoire,
pendant le coeur du devenir des nuages
qu’ont un jour fait le ciel obscur
nous étions encore ensemble…
…comme le début du partage de la lune…
... sentidos perdidos...
… alas dispersas em tento
adejadas no vento de cento…
que mordaz veemência ao desatento
encanto aos sentidos perdidos
para que se possam encontrar uma vez mais…
adejadas no vento de cento…
que mordaz veemência ao desatento
encanto aos sentidos perdidos
para que se possam encontrar uma vez mais…
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
... compasso...
… que de pranto se fez branco o horizonte…
quis um dia um poeta ser gente…
… indiferença esta que é ser gente
feita de sobranceiras palavras
prosadas de cegas vindimas…
que de tais granjeios falsetes
fizeram da morte tal palavra falada…
trespassadas as réstias de memórias
quedam os enlaces de façanha
de quem por gente não nasceu
de quem por negra pena embriagado
da eviterna poesia soluça
a delonga eternidade confusa...
como que simples compasso de espera…
quis um dia um poeta ser gente…
… indiferença esta que é ser gente
feita de sobranceiras palavras
prosadas de cegas vindimas…
que de tais granjeios falsetes
fizeram da morte tal palavra falada…
trespassadas as réstias de memórias
quedam os enlaces de façanha
de quem por gente não nasceu
de quem por negra pena embriagado
da eviterna poesia soluça
a delonga eternidade confusa...
como que simples compasso de espera…
... pensamentos...
… com o tempo omitimos o passado…
diminuto é o mundo de pensamentos…
… por cada pequeno passo
o abismo espreita pelo pestanejar
de mais um equidistante dia…
… quantas palavras ditas por não escritas
…esquartejaram a pagã diferença…
diminuto é o mundo de pensamentos…
… por cada pequeno passo
o abismo espreita pelo pestanejar
de mais um equidistante dia…
… quantas palavras ditas por não escritas
…esquartejaram a pagã diferença…
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
...renascer...
… renasceu de um contemplar um alvorecer
renasceu como palavras do oceano para o mar…
palavras ou odes dos sentidos
nunca antes ouvidos...
como que só por lábios professadas…
renasceu como palavras do oceano para o mar…
palavras ou odes dos sentidos
nunca antes ouvidos...
como que só por lábios professadas…
...desejos intemporais...
… velas à flor do vento
vento de tão doce intento
palavras em flor de cerejeira
desejos de tão terna cegueira
como as palavras que agora
entrego ao tempo…
vento de tão doce intento
palavras em flor de cerejeira
desejos de tão terna cegueira
como as palavras que agora
entrego ao tempo…
... névoa...
...à névoa noite sai
ausente sai como chuva cai…
como quem espera sente
o teu terno calor ausente…
ausente sai como chuva cai…
como quem espera sente
o teu terno calor ausente…
... pesar...
… dor de pesar chorado
pranto ferido que não fecha
quando sentido…
como sal que queima
por nunca ter sido maré…
como proveito de morte
provido sem vida…
pranto ferido que não fecha
quando sentido…
como sal que queima
por nunca ter sido maré…
como proveito de morte
provido sem vida…
...desespero..
… o almejar tirar do quem
das palavras tirou o vicio das vidas…
porque o poeta há muito que soçobrou
sem herdar réstia de lembrança…
queda ainda a poética tristeza do epitáfio…
que as palavras de silva rosas feitas
jamais entorpeçam as tépidas feridas
por espinhos lacradas…
das palavras tirou o vicio das vidas…
porque o poeta há muito que soçobrou
sem herdar réstia de lembrança…
queda ainda a poética tristeza do epitáfio…
que as palavras de silva rosas feitas
jamais entorpeçam as tépidas feridas
por espinhos lacradas…
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
...eviterno flagelo...

… não sente a noite presente
o vento que das memórias queda ausente…
o tempo que traz lágrimas da ausente
ao desejar-vos aqui presente…
oh! Impropério, que dor
tamanha de salvação…
distante é aquela que é meu coração
esta angustia que me tolda o juízo
que me estorva imprópria a razão
o adejar desta bravia saudade…
oh! Árdua angustia
oh! Dócil almejar
de tão simples auspiciar
a nos vossos braços pernoitar…
oh! Angustia, como em mim
semeias tamanha dor…
oh! Ternura, que longe de mim
és tão vagarosa tortura
tão perpétuo ensejo
nesta ausência que me fulmina…
oh! Dor, que de mim fazes
faminto escravo desta inclemente destemperança
deixai-me abrir eviterno o louvor
e acalentar-me nos braços
daquela que dá asas ao meu amor …
Oh! Delírio, alucinação em fogo
que de tão lento arde…
Oh! Avareza, que este tempo
é flagelo e desventura…
Oh! Aflição, que não é mais
que martírio de gélido flagelo
existir de pétalas tão longe
do meu que eterno amor…
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
... última...
... pétala aguada de triste canto...
de quanto pranto se faz triste amor...
... perdeu-se na última lágrima
a minha primeira inocência...
de quanto pranto se faz triste amor...
... perdeu-se na última lágrima
a minha primeira inocência...
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
... love...
…there were times
i was in love…
such a sad story to begin this way…
… and then again…
how many beginnings
must a live have …
… and maybe just an ending
… to end it all…
it’s not all the people
you knew and know…
it’s the one that strives within…
… dead as blind eyes can see
the utmost beautiful red rose carved within
my angry sorrows and faithful wounds…
…and so I was in love….
… in death she awaits me…
… and I shall join her soon..
… in her arms I will raise
my everlasting tomb…
we will be together again
finally together again…
… for eternity this time…
… till death do us part…
i was in love…
such a sad story to begin this way…
… and then again…
how many beginnings
must a live have …
… and maybe just an ending
… to end it all…
it’s not all the people
you knew and know…
it’s the one that strives within…
… dead as blind eyes can see
the utmost beautiful red rose carved within
my angry sorrows and faithful wounds…
…and so I was in love….
… in death she awaits me…
… and I shall join her soon..
… in her arms I will raise
my everlasting tomb…
we will be together again
finally together again…
… for eternity this time…
… till death do us part…
...existir...
… existir…
sem ter parte do tempo…
não existir para do tempo
não ter parte…
como tais palavras fugidias
que se ofuscam ao dom do toque…
… mortal desígnio que outrora
em pena de sangue se desfez…
… tão ténues palavras que ousaram
sentir como dóceis lágrimas…
sem ter parte do tempo…
não existir para do tempo
não ter parte…
como tais palavras fugidias
que se ofuscam ao dom do toque…
… mortal desígnio que outrora
em pena de sangue se desfez…
… tão ténues palavras que ousaram
sentir como dóceis lágrimas…
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
... raining...
..it’s raining out there…
is there anybody in there?..
… like a two faced destiny whiggling
from within the shadows…
…it’s raining outside…
there is someone out there…
isn’t there?..
is there anybody in there?..
… like a two faced destiny whiggling
from within the shadows…
…it’s raining outside…
there is someone out there…
isn’t there?..
..answering...
… indefinition is
the biggest question
without an answer…
… like sobriety
to melancholic words…
when the living flesh
poses an hindrance…
the biggest question
without an answer…
… like sobriety
to melancholic words…
when the living flesh
poses an hindrance…
...desenganos...
…por vezes perdemo-nos na vista do mar
confundimo-nos nas ondas da maresia…
esquecemos as feridas profundas
os sonhos de outrora
agora transformados em mortais pecados…
nestas lágrimas de agoiro confuso
o espartilhar de memórias e tristezas
como se o mar se fechasse
ao rebentar de mais uma onda…
quedam as feridas profundas
rasgadas no âmago de cada um…
e eu que sempre quis saber
qual o traçado do sangue na imensidão do mar…
tristeza esta, imunda vontade de viver…
confundimo-nos nas ondas da maresia…
esquecemos as feridas profundas
os sonhos de outrora
agora transformados em mortais pecados…
nestas lágrimas de agoiro confuso
o espartilhar de memórias e tristezas
como se o mar se fechasse
ao rebentar de mais uma onda…
quedam as feridas profundas
rasgadas no âmago de cada um…
e eu que sempre quis saber
qual o traçado do sangue na imensidão do mar…
tristeza esta, imunda vontade de viver…
... L'hiver...
… les temps niégent
aux brouillard de la conscience…
partout on a oublié
la vraie leçon des temps de l’hiver…
on partage de la nuit comme s’elle était
une outre pauvre jour…
et pendant la sagacité de l’existance,
j’ecrit en mots solenes…
…C’est moi l’hiver…
aux brouillard de la conscience…
partout on a oublié
la vraie leçon des temps de l’hiver…
on partage de la nuit comme s’elle était
une outre pauvre jour…
et pendant la sagacité de l’existance,
j’ecrit en mots solenes…
…C’est moi l’hiver…
... verdes olhos...
… paisagens de verdes olhos…
Pagens de fadas em arrufos do mar ao azul…
… o mar passado…
sonhado na espuma que o leva…
… na areia que o enlaça…
Pagens de fadas em arrufos do mar ao azul…
… o mar passado…
sonhado na espuma que o leva…
… na areia que o enlaça…
Ode ao Nocturno
… bancos de jardim…
a contemplação das estrelas
até desconhecidos confins…
anjos da noite que requebram
as lágrimas em flores da noite…
…como rosas que brilham no nocturno…
a contemplação das estrelas
até desconhecidos confins…
anjos da noite que requebram
as lágrimas em flores da noite…
…como rosas que brilham no nocturno…
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